Reunimos as perguntas mais comuns dos pacientes sobre recuperação, cuidados e evolução dos resultados. Toda e qualquer dúvida específica deve ser levada ao seu cirurgião.
Até que se atinja o resultado almejado, diversas fases evolutivas são características deste tipo de cirurgia. Assim é que edemas mais intensos (inchaços), “roxidão” de infiltrado sanguíneo, dificuldade respiratória nos primeiros dias são comuns e alguns apresentam estes fenômenos com menor intensidade que outros. Toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida ao seu cirurgião plástico. O inchaço tem caráter itinerante, podendo num dia estar maior numa área do que em outra, e no outro mudar para outro lado. Após o quarto mês, já tem uma mudança significativa. No entanto, lembre-se que nenhum resultado de cirurgia estética do nariz deverá ser avaliado antes do período compreendido até o 12º mês de pós-operatório.
Enquanto houver equimoses (manchas roxas), é aconselhável que se evite a exposição solar. No entanto, recomenda-se o uso de protetor solar por 6 meses.
Sempre com a cabeça elevada no leito (com 2 ou 3 travesseiros sob o colchão), por um período de 15 dias. Manter-se com a face voltada para cima, sempre que possível.
Raramente. A rinoplastia apresenta pós-operatório geralmente confortável, havendo o uso de anti-inflamatórios nos primeiros dias. Quando ocorrer uma eventual dor, esta é usualmente combatida com analgésicos comuns.
Existe um pequeno sangramento, que é normal nas primeiras 48 horas. Isto, entretanto, não deverá ser motivo de preocupação, pois um curativo de proteção é colocado junto ao lábio, junto aos orifícios nasais, a fim de higienizar esse sangramento. Esse curativo adicional poderá ser trocado em casa, tantas vezes quantas forem necessárias.
Quando se realiza o procedimento de fratura, o nariz é mantido imobilizado com gesso ou outro material, que o recobre parcialmente, permanecendo por cerca de sete a oito dias. Em alguns casos é utilizada uma película de silicone ou plástico dos dois lados do septo, para prevenir aderências e substituir os antigos tampões, que poderá ser deixada por 7 dias. Quando da associação com septoplastia ou retirada das conchas nasais, o tempo de permanência dos tampões será o mesmo.
Poderá variar de 12 horas até 24 horas de internação, dependendo do tipo de anestesia utilizada e da recuperação do paciente no pós-operatório imediato.
Entre duas e quatro horas. Em alguns casos este tempo é ultrapassado. O tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois esta permanência envolve também o período de preparo anestésico e recuperação pós-operatória. Seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total.
Tanto a anestesia local sob sedação quanto a geral poderão ser utilizadas. Ficará a critério da equipe cirúrgica indicar a mais conveniente, sendo, na maioria das vezes, anestesia geral, que tem maior segurança para vias respiratórias.
Não, habitualmente permanecem livres para abertura. Pode ser recomendada a colocação de compressas com solução fisiológica fria por alguns minutos, várias vezes ao dia.
Após o 6º mês. Entretanto, logo após 3 semanas subsequentes, a aparência de melhoria já é significativa.
Nada mais são do que a infiltração do sangue na pele subjacente (equimoses), e mesmo na conjuntiva ocular; são devidas ao próprio trauma cirúrgico. Tais fatos não devem ser considerados como complicações, mas sim uma intercorrência transitória e reversível.
Em torno de 90 a 180 minutos. Dependendo do caso, existem detalhes que podem prolongar este tempo. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória.
Anestesia local: de 6 a 12 horas. Anestesia geral: até 24 horas.
Sim, geralmente nos 3 primeiros dias o inchaço é maior, depois começa a regressão. O edema (inchaço) dos olhos varia de paciente para paciente. Existem aqueles(as) que já no 4º ou 5º dia apresentam-se com um aspecto bastante natural. Outros existem que irão atingir este resultado após 2 semanas. O uso de óculos escuros poderá ser útil nesta fase, assim como a utilização de compressas frias diminui a intensidade de edema. Somente após o 3º mês é que poderemos dizer que o edema residual é discreto.
Todo ato cirúrgico inclui no seu bojo um risco variável e a cirurgia plástica como parte da Medicina não é exceção. Pode-se minimizar o risco, preparando-se convenientemente cada paciente, mas não eliminá-lo completamente. O risco cirúrgico não é muito diferente das demais cirurgias plásticas, quando não existem fatores agravantes e na vigência dos cuidados médicos cirúrgicos usuais.
Geralmente não. Todavia, se ocorrer, esta poderá ser combatida com o uso de analgésicos comuns.
Pela extensão da cirurgia e pela qualidade dos anestésicos, a maioria dos casos é operada sob anestesia local (com ou sem sedação). Em casos especiais pode ser utilizada anestesia geral.
O resultado geralmente é definitivo, mas, como tudo em medicina, não se pode dar garantia de resultado, podendo haver necessidade de pequenas reparações.
Assim que se retira o curativo, já teremos em torno de 70% do resultado almejado. Após 6 meses, o resultado será definitivo.
Não são retirados e, quando há necessidade de retirar, é em torno do 8º ao 15º dia.
Protege-se a orelha (principalmente em crianças), nos primeiros dias, com uma espécie de touca, ou mesmo curativos do tipo envoltório com atadura a fim de evitar traumatismos locais. Em alguns casos, recomenda-se o uso das faixas tipo “ballet” ou “tênis” durante as primeiras semanas.
Certo incômodo poderá ocorrer no pós-operatório. Quando houver esta intercorrência, ela é combatida com analgésicos comuns. Há também medidas pós-operatórias com mobilização orientada do curativo que minimizam a dor.
Todo ato cirúrgico inclui um risco variável e a Cirurgia Plástica, como parte da Medicina, não é exceção. Pode-se minimizar o risco, preparando-se corretamente cada paciente, mas não se pode eliminá-lo completamente.
Geralmente em torno de 90 a 120 minutos. Entretanto, o tempo de cirurgia não deve ser confundido com o tempo de permanência no ambiente de Centro Cirúrgico, pois esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. Seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total.
Meio período até um dia, dependendo do tipo de anestesia e idade do(a) paciente.
Crianças: geralmente com anestesia geral. Adultos: geralmente com anestesia local com ou sem sedação.
Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. Na orelha as cicatrizes costumam ficar pouco visíveis por sua localização atrás das orelhas. Não se deve confundir, entretanto, o “período mediato” da cicatrização normal (do 30º dia até o 12º mês) como sendo uma complicação cicatricial. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução deverá ser esclarecida com seu médico.
É uma retração exagerada da cápsula fibrosa (cicatriz interna) que se forma em torno da prótese, que determina diferentes graus de endurecimento à região, quando palpada. Alguns casos podem sofrer retração e, em casos de vazamento, esta retração poderá ser mais acentuada. Se isto ocorrer, as próteses deverão ser retiradas e trocadas. Posteriormente, ambos, cirurgião e paciente, poderão avaliar a conveniência ou não da reintrodução de outras próteses, com um diferente plano de introdução ou outra conduta que melhor se adapte ao caso. A retração da cápsula não reflete um problema cirúrgico, mas sim um comportamento reacional exacerbado do organismo, devido à presença das próteses de silicone.
Depende do tipo de exercícios e da evolução individual. Não existe um período padrão. Exercícios pesados devem aguardar 90 dias.
Não são retirados e, quando há necessidade de retirar, é em torno do 6º ao 15º dia.
Sim. Curativos elásticos e/ou modelantes, especialmente adaptados a cada tipo de mama, que podem ser trocados pelo médico ou pela própria paciente quando necessário.
De 12 a 24 horas.
Em média de 2 a 3 horas. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória.
Anestesia geral, peridural ou local sob sedação.
Eventualmente poderá ocorrer manifestação dolorosa, geralmente associada ao movimento dos braços, que costuma regredir com analgésicos comuns.
Não se pode prever a ação da gravidez sobre as mamas. O seu ginecologista lhe dirá da conveniência ou não de nova gravidez. Quanto ao resultado, poderá ser preservado. Geralmente a nova gravidez não interfere no resultado da cirurgia de aumento das mamas com próteses.
Sim. Neste caso, é adotado o procedimento de micropigmentação que irá dar o efeito de cabelo raspado.
Não. O implante utiliza fios de cabelo artificiais que são colocados na região desejada; enquanto o transplante utiliza os fios do couro cabeludo do próprio paciente.
Não é aumentada a quantidade de fios de cabelo, apenas a redistribuição deles para que fiquem melhor distribuídos pelo couro cabeludo, criando uma ilusão de preenchimento que dará grande diferença ao que era antes.
A maioria dos pacientes não relata qualquer tipo de desconforto após o efeito da anestesia. No entanto, é normal se algum incômodo surgir até um dia depois da cirurgia.
Sim. Basta aguardar quatro semanas após a cirurgia para colorir os fios.
Sim. Neste caso, é adotado o procedimento de micropigmentação que irá dar o efeito de cabelo raspado.
Não. O implante utiliza fios de cabelo artificiais que são enxertados na região desejada; enquanto o transplante utiliza os fios do couro cabeludo do próprio paciente.
Não é aumentada a quantidade de fios de cabelo, apenas a redistribuição deles para que fiquem melhor distribuídos pelo couro cabeludo, criando um preenchimento de fios localizado na área de necessidade, que dará grande diferença ao que era antes.
A maioria dos pacientes não relata qualquer tipo de desconforto após o efeito da anestesia. No entanto, é normal se algum incômodo surgir até um dia depois da cirurgia.
Sim. Basta aguardar quatro semanas após a cirurgia para colorir os fios.
Não. O implante utiliza fios de cabelo artificiais que são colocados na região desejada; enquanto o transplante utiliza os fios do couro cabeludo do próprio paciente.
A maioria dos pacientes não relata qualquer tipo de desconforto após o efeito da anestesia. No entanto, é normal se algum incômodo surgir até um dia depois da cirurgia.
Os fios transplantados poderão cair a partir da 4ª semana, mas começarão a crescer entre 3 e 4 meses a partir dos bulbos transplantados. O resultado definitivo é observado a partir do 10º mês e fica bastante natural já que os fios são transplantados um a um, e não em tufos. Mesmo quando o paciente resolve fazer a barba, não são vistas cicatrizes na área receptora.
Depende de cada caso, mas, muitas vezes, apenas com uma sessão de implante já é possível preencher as falhas na barba. Geralmente, para pacientes que apresentam ausência total de pelos, é recomendada mais de uma sessão.
Aviso importante: as respostas desta página têm caráter geral e educativo. Elas não substituem a consulta médica nem as orientações individuais recebidas no pré e no pós-operatório.
Cada organismo reage de forma diferente. Em caso de dúvida ou de qualquer sintoma fora do esperado, entre em contato com a equipe do Dr. Arthur Barros.